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Compromisso com o Brasil

Compromisso com o Brasil
É preciso reconhecer a inegável responsabilidade direta do Poder Executivo, apoiado pelo Congresso, nos avanços que estamos conquistando.

É imperativo defender a continuidade da Lava Jato e demais investigações que livrem o País dos males da corrupção. Da mesma forma, preservar a força e a legalidade de nossas instituições e o respeito à Constituição, o que implica não admitir casuísmos para atender situações de ocasião.

Também é preciso reconhecer que existe uma realidade concreta sendo eclipsada pela turbulência causada pelas delações da JBS: os acertos da política econômica e das propostas reformistas que têm permitido a retomada da produção e da geração de empregos. Exemplos:

  • A inflação registra o menor valor em 10 anos, possibilitando a queda acelerada da taxa de juros.
  • Reflexo da PEC da contenção dos gastos e da expectativa da aprovação das reformas trabalhista e previdenciária, o PIB cresceu 1% no primeiro trimestre de 2017 (após oito quedas seguidas), e promete mais.
  • A balança comercial apresenta consistente superávit; o risco Brasil diminui; melhoram os investimentos e o índice de confiança dos empresários.
  • A produção industrial avança; a venda de veículos novos volta a crescer (a última vez foi em 2013); o setor imobiliário começa a reagir.
  • São criadas milhares de vagas com carteira assinada, o que não acontecia desde março de 2015.

O cenário era promissor. Era, pois os efeitos da nova crise política começam a repercutir sobre a economia.

Será que devemos jogar fora a oportunidade de retomar o crescimento? A quem interessaria a reversão desse processo?

O que dizer aos 14 milhões de brasileiros desempregados, aos 10 milhões subempregados e aos 60 milhões endividados?

Eles sabem que não existe milagre. Emprego se faz com empresas que empregam.

É preciso reconhecer a inegável responsabilidade direta do Poder Executivo, apoiado pelo Congresso, nos avanços que estamos conquistando. Deixaremos a emoção prevalecer sobre a razão?

O País não pode permanecer refém das convulsões políticas. Pede segurança, tranquilidade e pacificação. Pede lucidez. É ela que deve prevalecer.

Fonte: Secovi

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