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Imóveis em Jundiaí registram valorização de 6% em um ano

Imóveis em Jundiaí registram valorização de 6% em um ano

O mercado imobiliário em Jundiaí, apesar de estar estagnado como boa parte do País, apresentou valorização de 6% nos últimos 12 meses, índice maior do que as duas metrópoles vizinhas, São Paulo e Campinas, ambas com valorização média de 2%, porém ainda abaixo da inflação, média de 9%. Os dados foram divulgados pela Associação das Empresas e Profissional do Setor Imobiliário (Proempi) de Jundiaí e Região, que informa que o valor do metro quadrado em Jundiaí passou de R$ 4.766,00 para R$ 5.031,00 neste ano.

De acordo com o vice-presidente de marketing da Proempi, Eli Gonçalves, a tendência é que o valor do metro quadrado em Jundiaí aumente ainda mais nos próximos anos. Segundo ele, o novo Plano Diretor inviabilizou o crescimento imobiliário na cidade e conforme a demanda de novos imóveis forem diminuindo, a tendência é que os valores aumentem de forma mais intensa.

Apesar de a demanda por imóveis de alto padrão ser alta em Jundiaí, um terço das 15 mil unidades que compõem o déficit habitacional no município é composto por imóveis padrão popular, para famílias com até cinco salários mínimos. “Ainda que haja um bom volume de lançamentos, não existe distribuição igualitária para as famílias que mais necessitam de um imóvel popular”, critica Gonçalves.

De acordo com os dados do estudo do mercado imobiliário de Jundiaí, elaborado pelo Sindicato da Habitação (Secovi), entre novembro de 2012 e outubro de 2015, o município contabilizou o total de 10.156 unidades residenciais (verticais e horizontais) lançadas, período em que foram comercializados 7.491 imóveis. Os empreendimentos verticais responderam por 92% do total, com 9.360 unidades ofertados no período. A média de preço das unidades vai de R$ 190 mil (2 dormitórios econômico) a R$ 1,5 milhão (4 dormitórios).

As regiões mais valorizadas no município continuam sendo a região central, bairros próximos às principais avenidas da cidade, como 9 de Julho e Jundiaí, além dos imóveis próximos à rodovia Anhanguera.

Mercado parado - As imobiliárias em Jundiaí aguardam ansiosas pela melhora na economia do País para que o mercado volte a se aquecer novamente. O gerente da imobiliária Bittencourt, Marcelo Mendonça Ferraz, 35 anos, afirma que as vendas estão paradas, porém sentiu uma leve melhora neste segundo semestre. É o que também sentiu o proprietário da imobiliária Imoplan, José Maurício Cirino de Oliveira, 47 anos, que percebeu uma reação no mercado a longo prazo.

Eli Gonçalves acrescenta que por mais que Jundiaí tenha ofertas para os mais diversos tipos de classes sociais, o mercado não irá girar enquanto o consumidor não se sentir à vontade para fazer o investimento imobiliário a longo prazo. “Sentimos que ainda falta confiança na economia e na gestão pública. Nossa expectativa é de apresentar números melhores no final do ano”, destaca.

Vetor Oeste - Dados da Proempi também mostram que o vetor Oeste da cidade (região do Eloy Chaves) é a área com maior oferta habitacional. Com 7.161 unidades lançadas, em construção ou com projeto aprovado, a região pode ver sua população dobrar até 2020. Já o Medeiros será o bairro que mais irá crescer neste período. Dados do IBGE de 2010 mostram que o vetor Oeste apresenta população estimada de 29.620 habitantes – número maior que a população inteira de Jarinu, estimada em 28.012 pessoas em 2016.

Fonte: JJ.com.br

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