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Salão do Imóvel supera edição anterior em vendas e público

Salão do Imóvel supera edição anterior em vendas e público

Mesmo em tempos de crise, a 23ª edição do Salão do Imóvel da Associação das Empresas de Mercado Imobiliário do Estado do Espírito Santo (ADEMI-ES), que ocorreu do dia 15 a 18 de setembro, apresentou um desempenho superior com relação ao ano passado.

Foi registrada uma movimentação de quase R$ 29 milhões em negócios fechados durante os quatro dias de evento, com a perspectiva de chegar a mais de R$ 100 milhões, com o pós-venda. O resultado é 30% maior se comparado à edição de 2015, que chegou ao total de R$ 81,3 milhões.

O economista e professor universitário, Antônio Marcus Machado, acredita que a existência do lucro neste caso, e o aumento de vendas, deve-se ao fato de que em momentos de crise as pessoas se sentem inseguras e buscam investir em artigos de longa duração. “Os imóveis são bens que resistem às crises porque ao longo do tempo as pessoas podem ter um ganho favorável, sem contar que pode ser utilizado como moradia, ou acabar gerando renda, quando ao invés de morar decide-se alugar”, disse.

Os dados preliminares da Ademi-ES apontam que houve um aumento de 20% no número de visitantes em relação ao ano passado, e que os imóveis de dois quartos são os mais buscados, e em segundo lugar os de três. Ainda de acordo com levantamento, o valor médio do imóvel mais buscado no evento saltou de 203 e 500  em 2015 para R$ 312 mil.

Segundo o presidente da Ademi-ES, Sandro Carlesso, o bom desempenho do evento está atrelado à sua mudança para Vila Velha, que detém a maior oferta entre os municípios da Grande Vitória. “O Salão permaneceu abrangente, concentrando opções em todas as cidades da Região Metropolitana e interior do Estado, mas favoreceu aquele consumidor de Vila Velha, que contou com um salão mais próximo de casa. O público como um todo também entendeu que essa edição tinha melhores condições de preço e pagamento, além da participação dos dois principais bancos de crédito imobiliário do estado, Caixa e Banestes”, destacou.

Expectativas

Mas, mesmo com o lucro no setor de vendas imobiliárias, o economista Antônio Marcos Machadu afirma que não houve crescimento na economia, e sim apenas uma recuperação. “A economia só vai voltar a crescer após reformas políticas e revisão dos gastos do governo. Acredito que só no início de 2020 o país consiga se recuperar de fato”, disse.

* Palloma Spala faz parte do Curso de Residência em Jornalismo da Rede Gazeta.

 

Fonte: G1.Globo.com.br

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