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Confira as principais modalidades de financiamento da casa própria

Confira as principais modalidades de financiamento da casa própria

Programa ‘Minha Casa Minha Vida’

Para imóveis novos e primeiro imóvel. Utiliza recursos do União e do FGTS, com juros mais baixos (entre 5% e 8,16% ao ano) às famílias com renda de até R$ 7 mil para imóveis no valor máximo de R$ 240 mil. Entre R$ 7 mil e R$ 9 mil, a taxa é de 9,16% ao ano, mas o valor máximo do imóvel pode chegar a R$ 300 mil. O programa oferece subsídios (desconto nos financiamentos a fundo perdido), que variam entre R$ 27 mil e R$ R$ 47,5 mil, para famílias com renda de até R$ 4 mil. Para a baixa renda (até R$ 1.800), a casa é praticamente doada. Para se beneficiar, os mutuários não precisam de conta vinculada ao FGTS (os recursos vêm do resultado anual do FGTS).

FGTS

Para imóveis novos e usados, o interessado não pode ter outro imóvel na cidade onde mora, nem financiamento habitacional vigente no país. Também não é preciso ter conta no FGTS. As condições do financiamento (taxa de juros e valor do imóvel) são praticamente as mesmas do MCMV.

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

Tem recursos do fundo de garantia (FGTS) e da caderneta de poupança. Neste caso, os mutuários podem sacar os recursos do FGTS e dar como entrada em um financiamento. O valor máximo do imóvel é de R$ 950 mil (Rio, SP, Belo Horizonte e Brasília) e R$ 800 mil nas demais localidades. A taxa de juros é limitada a 12% ao ano.

Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)

Não tem recursos do FGTS; apenas uma parcela da poupança. Não há limite de juros e valor do imóvel.

Fonte: Extra.globo.com

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